Resenha: Alice

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Olá meninas! Viajaram muito nessas férias? Pois eu sim, fui para tantos universos paralelos que foi difícil escolher somente um para ser o tema da resenha desse mês. Então, escolhi um livro que é mais que especial para a historia desse blog e das pessoas por traz dele.

Antes de tudo gostaria de explicar que o meu exemplar é um volume único e possui as duas histórias: “Aventuras de Alice no país das maravilhas” & “Através do espelho e o que Alice encontrou por lá” (Sim, existe outra!). Eu li somente o primeiro por enquanto, então a resenha será focada nele.

cats - CópiaIndo ao que interessa! Como quase todo mundo já sabe,  a grande aventura de Alice começa em um dia comum. Ela estava sentada ao lado da irmã, que lia um livro, em uma ribanceira  quando vê um coelho de colete e relógio de bolso passando, como é uma menina extremamente curiosa, resolve segui-lo entrando em sua toca e se deparando com um mundo completamente diferente de qualquer coisa que já tenha visto. Na verdade, diferente de qualquer coisa que qualquer pessoa tenha visto.

É exatamente essa sesação que se tem ao cair na toca do coelho com Alice.  Quando se pensa neste livro, se tem a ideia de uma obra voltada para o público infantil, porém, quem começar a ler o livro com isso em mente vai levar um baque! Ao primeiro olhar a história é completamente insana, possui até algumas passagens bizarras ( como o capítulo onde uma cozinheira atira diversos utensilhos na duquesa e em seu bebezinho, enquanto esta canta “fale grosso com seu bebezinho, e espanque-o quando espirrar: porque ele é bem malandrinho, só o faz para azucrinar.”), contudo, analisando a obra com olhar mais crítico, pesquisando referências e etc, percebe-se que na verdade há muito mais metáforas, simbolismos e críticas a costumes de uma outra época do que a superfície de loucura deixa transparecer. O que me faz lembrar de uma frase do livro: “Tudo tem uma moral, é questão de saber encontrá-la”.

 Também é possivel ler o livro simplesmente por ler, para conhecer melhor as aventuras que tanto foram traduzidas, filmadas, interpretadas… no entanto, há 87 por cento de chances de chegar ao final do livro mais confuso que o chapeleiro.

Ao me deparar com esse universo surreal e mágico pensei, como pode uma história como essa ter cativado tantas pessoas e ser tão atual mesmo 150 anos após sua publicação?

 Enquanto lia o livro me peguei tentando encontar em cada personagem motivos para serem daquela forma, uma moral, ao passo que me perguntava: será que o autor quis dizer simplesmente o que disse? Nada sobre coisa alguma? Por isso o livro é tão amado e continua sendo atual no dias de hoje. Porque nós, os leitores o interpretamos da forma que nos convém. Essa interpretação muda cada vez que lemos o livro. Quando li a versão ilustrada aos 5 anos achei completamente mágica e fantástica, ao reler agora com 18 vi metáforas e questões não respondidas sobre o tempo e a loucura que vou levar para minha vida e tenho certeza que ao reler daqui a alguns anos o interpretarei de forma diferente.

Na minha interpretação os personagens são caricaturas de personalidades com as quais lidamos todos os dias. Vejo nas pessoas egocentricas e egoistas a rainha de copas em seu devaneio de que tem o poder de decapitar pessoas (na realidade nunca decapitou ninguém), nos gênios incompreendidos a singularidade do chapeleiro e nos rebeldes o espirito livre do gato de Cheshire, sempre sorrindo podendo aparecer e sumir quando bem entender e as vezes todos em uma pessoa só. Como em um trecho do livro onde a lagarta pergunta a Alice “Quem é você?” e Alice responde “Sei quem eu era quando levantei essa manhã, mas acho que já passei por várias mudanças desde então”.

“Não sou louco, minha realidade é apenas diferente da sua”. – Alice

Curiosidade: A animaçao da disney de 1951 mistura elementos dos dois livro em uma única história.

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Resenha do Livro “Extraordinário”

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Olá pessoal! Aproveitando o verão? Bem, espero que sim. Época perfeita para encontrar um boy magia, tomar banho de mar e por a leitura em dia. Afinal, nada como relaxar na praia lendo um bom livro com o som das ondas do mar ao fundo. Leitoras entenderão.

Então, a resenha desse mês é sobre o livro “Extraordinário”

catsO livro conta a história de August Pullman de apelido Auggie. Um garoto doce, engraçado e muito inteligente que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformação facial, causa das diversas cirurgias e complicações médicas que ele sofreu. Por conta dessas operações que o deixavam debilitado ele nunca pôde estudar em um colégio normal. Isso é, até que tivesse idade para cursar o quinto ano.  É sempre difícil ser aluno novo em uma escola onde todos já se conhecem. Imagine, além disso, tendo um rosto tão diferente. Nada fácil, especialmente se considerar o quanto as crianças podem ser más.

O livro é narrado da perspectiva de Auggie e de outros personagens, seus familiares e amigos. De forma a descrever o impacto e a comoção que uma criança pode causar na vida de todos que o cercam.

A história é tocante e comovente contendo também momentos muito engraçados. Convida o leitor a refletir sobre questões como inclusão, gentileza, falsidade e beleza interior. Em parar por um momento e se colocar no lugar do outro, vendo as coisas de novas perspectivas. Descobrindo a jornada de Auggie que tenta mostrar ao mundo como ele é um garoto absolutamente normal. Ou como ele mesmo diz: “A única razão de eu não ser comum é que ninguém além de mim me enxerga dessa forma.”

A narrativa é voltada para um público mais jovem, com o objetivo de ensinar às crianças valores importantes para a vida em sociedade, inclusive, a autora iniciou uma campanha anti bullying no site www.chosekind.tumblr.com, (tradução: escolha gentileza) que já conta com a participação de milhares de crianças. Porém tem agradado pessoas de todas as idades no mundo inteiro.

Toda pessoa deveria ser aplaudida de pé pelo menos uma vez na vida, porque todos nós vencemos o mundo.” – Extraordinário 

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TAG: O Forninho caiu!!!

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Oi pessoal! Resolvi deixar a vergonha de lado e gravar um vídeo respondendo a TAG: O forninho caiu!   Gente eu fiquei apaixonada por essa TAG no momento em que a vi!  Ela foi criada pelo Bruno do canal Minha Estante e eu achei super criativo porque ele se baseia naquela viral do vídeo do forninho que todos conhecem.  Ele usou frases que foram ditas ao decorrer do vídeo para criar as perguntas relacionadas à livros que você já tenha lido.  Eu respondi e amei!  Vem assistir também!!!

 Se vocês quiserem responder essa TAG também, deixarei listado aqui as 7 perguntas ok?

  1.  “Canta… espera!” – Qual livro você teria aproveitado melhor se tivesse lido hoje?
  2. “Desce, sobe, empina e rebola” – Qual livro fez você passar por várias emoções diferentes?
  3. “Se pendura mesmo!” – Qual livro você leu por indicação de outra pessoa e não gostou?
  4. “Eita Giovana!” – Qual livro fez o forninho cair pra você?
  5. “Ahhhh” – Qual livro fez você chorar mais?
  6. “Não entendi” – Qual o livro que você não entendeu nada?
  7. “CORTA!” – Qual livro acabou sem ter um final?

É isso gente!!  Espero que tenham gostado, pois passei por cima de muita vergonha para gravar esse vídeo hahaha.  Ahhh e me desculpem se tiver alguma coisa errada, é o meu primeiro né, então estou perdoada!   Beijinhos!!!  ❤

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#BookLover: Resenha do Livro “Eu sou o número 4”

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Olá meninas! Como este é o meu primeiro post aqui no blog (Uhuu!), precisa ser especial, não é mesmo? Vou começar falando sobre um dos meus livros favoritos, o livro “Eu sou o número quatro” da série “ Os legados de Lórien”.

cats  O Livro é o primeiro da série os legados de Lórien, tem uma trama instigante e super envolvente, classificado no gênero de ficção cientifica, porém tem muita comédia, ação, aventura e até romance, repleto de passagens eletrizantes. Suas paginas farão você chorar, rir, chorar de rir, morrer de ansiedade e se surpreender com revelações fantásticas! A maioria das pessoas conhece esse título por causa do filme, baseado no livro, lançado em 2011 pela dreamworks. Levando em consideração a trama e o quanto o ator que interpreta o número quatro é gato!

Eu sou o número quatro é narrado da perspectiva de John Smith, pseudônimo de quatro.  Segundo ele, em seu planeta natal, Lórien, muito mais antigo que a terra e que inclusive ajudou diversas vezes a humanidade, uma parte da população desenvolveu certos tipos de poderes chamados de legados para que pudessem proteger o planeta, dividindo assim a sociedade em dois tipos, os gardes (com poderes) e os Cêpans (sem poderes). Lórien foi atacada por uma raça alienígena, os mogadorianos, que a dizimou. Na esperança de preservar a espécie loriena, durante o ataque, os anciãos embarcaram em uma nave 9 crianças e seus cêpans (gradiões) em direção a terra com a missão de acabar com o domínio da raça mogadoriana e reconstruir Lórien. Os nove Gardes foram separados e enumerados, marcados por um feitiço que garante que enquanto estiverem separados, eles só poderão ser mortos pela ordem de seus números. O livro começa com a morte do 3, então o personagem principal, o 4 está correndo perigo. A partir daí, começa a aventura de John Smith, para sobreviver, encontrar os outros números e derrotar os mogadorianos.

“Não perca a esperança, ainda. Ela é a última coisa que se vai. Quando vc a perde, já perdeu tudo. E quando vc pensa que tudo está perdido, quando tudo é sinistro e sombrio, sempre há esperança”. – Eu sou o número quatro

 

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